Inverno: 5 alimentos para incluir na sua dieta nesta estação do ano

Que o inverno traz guloseimas maravilhosas isso é inegável.  Mas não significa que durante todo o tempo mais frio a gente possa comer tudo o desejarmos. Ainda que chocolates, queijos, vinhos, etc, sejam deliciosos e típicos dessa época do ano, é preciso manter uma dieta rica em vitaminas e nutrientes indispensáveis para o bom funcionamento do nosso organismo diminuindo, também, o risco de doenças. Para isso, conheça cinco alimentos essenciais para a sua dieta nesse período do ano:

Gengibre – Capaz de aumentar a nossa imunidade contra gripes e resfriados, o gengibre é rico em vitamina C. Ele pode ser acrescentado aos sucos de frutas e aos famosos detox, pode ser comido cru, feito chá, entre outros.

Canela – Mais um alimento para ajudar você a se manter firme na dieta durante esse inverno: a canela. Além de auxiliar na redução da vontade de consumir doces, ainda mantém o corpo protegido contra doenças respiratórias.

Frutas – Busque por frutas ricas em vitamina C, pois auxiliam no combate contra gripes e resfriados. Além de manter nosso sistema imunológico fortalecido, frutas como abacaxi, goiaba, kiwi, morango, melão, caju e laranja são fontes de fibras e auxiliam no bom funcionamento do intestino.

Vinho – Além de combinar muito com essa época do ano, uma taça de vinho de 120 ml é capaz de auxiliar no não surgimento de doenças cardiovasculares e doenças respiratórias.

Chás – Os chás são bons para a saúde. Mas é preciso ter em mente que ele, na sua condição natural, é sempre a melhor escolha. Os chás servem como anti-inflamatórios, antioxidantes e ainda auxiliam na digestão de alimentos.

Essas são dicas para auxiliar no bom funcionamento do seu organismo durante o inverno, mas elas não excluem a necessidade de um especialista ser consultado em caso de dúvidas sobre o que ajuda ou não ajuda a manter o bom equilíbrio do organismo. Não hesite em consultar o nutricionista do seu plano de saúde para que ele lhe instrua sobre os melhores alimentos.

Lembre-se: o plano de saúde pode lhe auxiliar em diversas situações. Se você ainda não tem o seu, entre em contato conosco!

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Tireoide: fique por dentro do assunto

A tireoide é uma glândula que fica no pescoço. Ela é quem regula algumas incumbências importantes do coração, rins, cérebro e fígado. Os hormônios triiodotironina (T3) e tiroxina (T4) são produzidos pela glândula tireoide e jogados na corrente sanguínea para que o organismo esteja em bom funcionamento. Além disto, a tireoide também age no crescimento, fertilidade, peso, ciclo menstrual e condição emocional.

Se por ventura a tireoide não estiver em pleno funcionamento, pode haver liberação de hormônios em demasiada quantidade dando origem ao hipertireoidismo, ou a liberação em taxas baixas demais, dando origem ao hipotireoidismo. Em ambas as circunstâncias a glândula sofre alteração de volume, provocando o seu aumento de tamanho – chamado de bócio.

Além do hipertireoidismo e do hipotireoidismo, algumas outras doenças podem surgir quando a tireoide não está em seu perfeito funcionamento, são elas:

Tireoidite: inflamação da tireoide.

Tireoidite Pós-parto: ocorre em um período até 365 dias depois o nascimento da criança. Tipo mais comum em surgir em diabéticas.

Tireoidite de Hashimoto: faz com que o próprio organismo produza anticorpos contra a tireoide, fazendo com que ela cresça.

Câncer de tireoide: a causa específica é desconhecida, mas geralmente acomete aqueles que têm histórico da doença na família, os maiores de 40 anos e os que foram expostos a radiação na cabeça, tórax e pescoço, durante a infância e adolescência.

Fique atento aos sintomas que indicam algo de errado com a sua tireoide: cansaço, sonolência, prisão de ventre, alterações no humor, aumento de peso, acúmulo de gordura, queda de cabelo, esquecimentos, dificuldade de concentração, desconforto no pescoço e garganta. Caso os sintomas surjam, procure imediatamente o médico do seu plano de saúde para que os devidos exames sejam realizados.

 

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Doenças mais Comuns no Inverno: saiba quais são e como preveni-las

Para alguns, um total tormento. Para outros, a melhor estação do ano. Assim é como o inverno é visto por nós, brasileiros, que já estamos acostumados com o clima mais quente que o nosso país nos proporciona.

É impossível negar que com o inverno chegam às comidas típicas da época e nos fazem “encontrar” uns quilos que perdemos durante as demais estações. São inúmeras comidas típicas Juninas que nos deixam com água na boca, não é mesmo?

Infelizmente, juntamente com o inverno também surgem as doenças mais comuns da estação. E se enganam os que pensam que somente as gripes e resfriados acometem a população nessa época do ano. Há outras doenças que podem render alguns dias de cama. Confira algumas delas:

Otite – Infecção de ouvido viral ou bacteriana capaz de causar bastante dor e inflamação decorrentes da secreção que está acumulada. Geralmente as crianças estão mais suscetíveis a otite que os adultos.

Pneumonia – Infecção nos pulmões (invasão de elemento infeccioso que ataca o espaço alveolar onde ocorrem as trocas gasosas), que pode ser causada por fungos, vírus, bactérias ou por reações alérgicas.

Amigdalite – Infecção das amígdalas que pode ser causada por vírus ou, menos comum, por bactérias.

Meningite – Inflamação das membranas (meninges) que englobam o cérebro humano, podendo ser causada por vírus, bactérias ou fungos.

Rinite alérgica – Alergia originada da reação imunológica do corpo contra partículas que são inaladas e não reconhecidas pelo organismo, ou seja, alergia nasal causada por substâncias alergênicas encontradas no ar.

Bronquite – Inflamação dos brônquios, ou seja, inflamação das passagens por onde o ar passa para entrar nos pulmões. Pode se manifestar de maneira aguda: a duração é curta e é causada por vírus; crônica: onde o tempo de duração e frequência é maior, podendo ser causada por cigarros, poluição e gases tóxicos.

Sinusite – Inflamação dos seios nasais causadas por vírus, fungos ou bactérias.

Asma – Doença inflamatória crônica que acomete as vias aéreas, manifestando-se sem a necessidade de um agente provocador específico.

A maioria dessas doenças pode ser evitada se seguirmos alguns passos importantes, que são: manter a higiene adequada das mãos, manter-se em locais arejados, evitar expor-se ao frio sem agasalhos, manter a casa limpa, manter-se longe do cigarro, manter-se hidratado, consumir bastante alimentos ricos em vitamina C e não se esquecer de tomar as vacinas em dia.

É válido ressaltar que é sempre bom ter um plano de saúde para os casos de surgimento dessas doenças. Com o plano de saúde, os especialistas para cada doença anteriormente mencionada podem ser consultados. Estes prestarão todo o atendimento necessário para cada caso, auxiliando no tratamento e recuperação das doenças.

Cuide de sua saúde. Faça um plano para você!



 

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Infecção Urinária: o que é e como prevenir utilizando o Plano de Saúde

A infecção urinária ou Infecção do Trato Urinário – UTI trata-se de uma infecção desencadeada no sistema urinário (uretra, rins, bexiga e ureteres). Geralmente, essa infecção é originada pela presença da bactéria E. coli no trato urinário.

A infecção urinária ocorre geralmente nas mulheres, pois a uretra é menor e facilita o acesso da bactéria à bexiga, mas os homens não estão isentos. Quase sempre o corpo se encarrega de expulsar a bactéria, mas nem sempre isso acontece, podendo haver evolução no quadro da infecção onde dores e ardências são sentidas logo ao urinar.

Há tipos específicos de infecções urinárias para bexiga, rins, uretra e ureteres, que são:

Pielonefrite – infecção desencadeada nos rins.

Cistite – infecção desencadeada na bexiga.

Uretrite – infecção desencadeada na uretra.

Infecção nos ureteres – infecção desencadeada nos tubos que conduzem a urina da pelve do rim até a bexiga.

Dentre essas, as mais comuns são aquelas que afetam a bexiga e a uretra, ou seja, cistite e uretrite.

SINTOMAS

É importante atentar-se aos sintomas para, então, procurar urgentemente por um urologista do seu plano de saúde. Alguns sintomas a seguir podem representar infecção em níveis altos:

• Dor ou desconforto na lombar e região pélvica;

• Dor e ardência ao urinar;

• Urina escura acompanhada de odor desagradável;

• Vontade súbita de urinar seguida de dificuldades para expelir a urina;

• Vestígios de sangue na urina (nível alto);

• Náuseas e vômitos (nível alto);

• Febre (nível alto);

•Calafrios (nível alto).

CAUSAS

Alguns fatores podem contribuir para o desencadeamento da infecção urinária e, em sua maioria, são coisas que podemos evitar:

• Ausência da higiene íntima adequada;

• Retenção de urina quando há necessidade de urinar;

• Baixo consumo diário de água;

• Pedras nos rins;

• Absorvente sujo em uso por longos períodos.

Importante: A infecção urinária não pode ser contraída de uma pessoa, mesmo no ato sexual, pois ela não se trata de uma infecção contagiosa.

COMO PREVENIR

• Para evitar o aparecimento de infecções urinárias é importante:

• Consumir aproximadamente dois litros de água diariamente;

• Urinar após as relações sexuais;

• Manter a região íntima sempre higienizada;

• Urinar sempre que sentir vontade;

• Ficar atento aos possíveis surgimentos de pedras nos rins;

• Trocar os absorventes regularmente durante o ciclo menstrual;

• Evitar umidade na região íntima;

• Evitar uso de roupas apertadas.

COMO O PLANO DE SAÚDE PODE AJUDAR?

As mulheres com infecção urinária devem buscar, na rede credenciada ou própria do seu plano de saúde, uma consulta com um uroginecologista. Esse profissional especializado solicitará exames específicos para identificar a infecção no organismo. Após constatada, será necessário tratamento com medicamentos que sejam eficientes no combate à infecção.

Os homens com infecção urinária devem procurar, na rede credenciada ou própria do seu plano de saúde, uma consulta com um urologista e este se encarregará de realizar todos os procedimentos necessários para o tratamento dos sintomas.

É válido ressaltar que as consultas, exames e procedimentos referentes ao diagnóstico da infecção urinárias fazem parte da cobertura do plano de saúde evitando, assim, gastos com procedimentos particulares.

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Saúde na juventude: razões para que jovens contratem Planos de Saúde

O cuidado com a saúde não tem idade. Todos nós devemos fazer o melhor pela nossa saúde, pois ela é algo que devemos zelar. Sendo assim, com os jovens não poderia ser diferente.

Certamente que as pessoas de mais idade tendem a ter mais problemas de saúde, pois entende-se que quanto mais a idade vai avançando, mais a saúde vai ficando fragilizada e, então, precisa-se de maiores cuidados. Mas isso não significa que somente os idosos devem ter planos de saúde. Os jovens também necessitam de cuidados médicos e a melhor alternativa (para não ter gastos excessivos em casos de enfermidades ou quando for necessário realizar algum procedimento médico), é obter um plano de saúde de qualidade.

É comum que os jovens aleguem ter a saúde “de ferro”, pois, na juventude, o surgimento de enfermidades é significativamente menor se comparado com as enfermidades que surgem na terceira idade. Entretanto, o que esses jovens devem saber é que para ter uma vida saudável durante toda a fase adulta é necessário ter cuidados especiais, como: praticar exercícios físicos, ter uma alimentação balanceada, não consumir álcool em excesso, se manter livres das drogas e, claro, consultar regularmente um médico para saber como anda a saúde.

Existem algumas vantagens para os jovens que contratam um plano de saúde, tais como:

Valor mais acessível: os jovens pagam valores inferiores aos pagos por idosos, pois os planos de saúde cobram de acordo com as faixas etárias (idades) dos de seus usuários. Como geralmente um idoso requer maiores cuidados e com maior frequência, este gera um custo maior referente às despesas médicas pagas pelo plano de saúde. Logo, o investimento por parte do idoso é maior do que o investimento feito por um jovem.

Auxílio no combate às doenças: ninguém está livre de doenças, nem mesmo os mais jovens. Há doenças que são desenvolvidas com o tempo, pois já fazem parte da genética do indivíduo e há outras que, mesmo tendo o cuidado adequado, simplesmente irão se manifestar. Deste modo, contar com um plano de saúde é fundamental, haja visto que os tratamentos particulares são caros e os ofertados pela rede pública requerem uma espera muito grande.

Cobertura básica: os jovens, em sua maioria, não requerem tratamentos mais intensos. Deste modo, uma cobertura básica pode já ser o suficiente para que o cuidado com a saúde esteja em dia. Com um plano cuja cobertura é básica, o valor do investimento tende a ser menor.

Aproveite essas vantagens e faça agora mesmo o seu plano de saúde. Fale com a gente!

 

Imagem cortesia de Ambro em FreeDigitalPhotos.net

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Saúde da Gestante: conheça alguns passos capazes de garantir uma gestação saudável

Tenha um plano de saúde- Busque, primeiramente, por um atendimento de qualidade que garanta o bem-estar próprio e do bebê. Pesquise e se informe sobre a operadora de saúde antes de contratá-la. Lembre-se que você precisará de um plano com obstetrícia. Fique de olho na carência. O ideal é já ter o plano de saúde antes mesmo de começar a se programar para engravidar, por causa da carência.

Saúde é tudo- Durante a gravidez é importante pensar que a responsabilidade é em dobro. A mãe precisa estar bem para que seu bebê também esteja, ou seja, a saúde de ambos é extremamente importante. Para isso, é preciso realizar todo um acompanhamento, exames e procedimentos durante a gestação para garantir que ambos estarão saudáveis. Lembre-se que o médico é a pessoa mais indicada para sanar todas as dúvidas existentes.

Psicológico estruturado- Estresse e desavenças são ruins para qualquer pessoa, ainda mais para uma gestante. Essas situações onde os nervos ficam aflorados podem prejudicar a saúde física e mental da gestante, sem falar que podem trazer complicações maiores para o bebê. Evitar as mudanças de humor ocasionadas pelos hormônios e os momentos em que a grávida está mais emotiva que de costume é quase impossível. Mas as situações estressantes devem ser mantidas fora do círculo de convivência da gestante em prol da saúde dela e do seu bebê.

Cuidado para não se machucar- A barriga cresce a cada mês que passa. Com isso, a gestante pode ter problemas para se locomover devido ao inchaço e peso adquirido. Por causa da barriga grande, muitas vezes a grávida não consegue ver o que está em seu caminho (principalmente coisas do joelho pra baixo) e acaba esbarrando, tropeçando ou escorregando. Esses pequenos acidentes podem trazer problemas maiores, por isso é preciso tomar cuidado com tapetes, pisos molhados, escadas, entre outros. Se possível for, remova as coisas que podem causar lesões ou machucados até que o período gestacional acabe.

Conte tudo ao médico- Desde o desejo mais “bobo” ao incômodo mais grave, o médico deve estar ciente. Há coisas que são comuns de serem sentidas por uma gestante e outras não. Como o organismo de ninguém é igual, é preciso relatar tudo para que o médico acompanhe detalhadamente à gravidez. É preciso buscar ajuda imediata em casos de sintomas súbitos e agudos.

Cuidado com o que você ingere- Cafeína, refrigerantes e energéticos em excesso trazem problemas ao bebê. O café não precisa ser cortado definitivamente, baste ser ingerido com moderação. Mas os refrigerantes e os energéticos devem ser cortados para garantir a saúde do bebê.

Álcool e cigarro nem pensar! – “Vou fumar só um cigarrinho”, “Um copinho não faz mal algum”. São frases que, infelizmente, algumas gestantes pronunciam ao pensarem que a menor quantidade de álcool e de cigarro não trarão problemas aos seus bebês. Álcool e cigarro podem fazer com que o bebê nasça com deficiências ou, até mesmo, podem provocar abortos. Álcool e cigarro nem pensar!

Descanso merecido- Chegará um momento em que as dores virão. Sejam nas costas ou nas pernas, elas virão. Serão decorrentes do peso da barriga. O que se tem a fazer é relaxar, descansar merecidamente. Não é recomendado fazer muito esforço. Não pegue peso e nem fique em pé por muito tempo.

Faça atividades físicas leves- Para que as gestantes tenham qualidade de vida e saúde, é importante que elas pratiquem atividades físicas leves como caminhadas (à noite ou logo pela manhã por causa do sol) e hidroginástica.

Mantenha uma alimentação saudável- Coma o suficiente para garantir o bem-estar próprio e do bebê. Siga as dicas do seu médico e se alimente da forma como ele recomendar. As dietas que os médicos prescrevem são ricas com tudo aquilo que a mãe e seu bebê precisam para ter saúde. Cuidado com doces e coisas gordurosas.

Imagem cortesia de Nenetus em FreeDigitalPhotos.net

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Três passos para manter a saúde em dia durante o inverno

Costumam dizer que o inverno é a época do ano em que comemos e nos vestimos melhor. Com a chegada desta estação, também chegam as comidas e festas típicas da época, que geralmente nos dão alguns quilos a mais. Mas será que o cuidado com a saúde deve ser deixado um pouco de lado em prol de todas as guloseimas que aguardamos metade do ano para degustar? Não mesmo! Vejo agora 3 passos importantes para quem quer cuidar da saúde no inverno.

Mantenha uma alimentação saudável- Ainda que você goste de saborear todas as comidas e doces trazidos pelos ventos do inverno, não deixe de manter umas dietas ricas em vitaminas (principalmente a C, que nos auxilia no combate a gripes e resfriados) e nutrientes que são indispensáveis para o bom funcionamento do seu organismo. Não deixe de beber bastante líquido e não abra mão das suas principais refeições.

Tenha sempre um casaco- Nos lugares mais quentes como nossa casa ou trabalho, costumamos não nos agasalhar adequadamente. Mas é preciso saber que a mudança climática pode nos trazer inúmeras doenças, dentre elas as gripes, resfriados e problemas respiratórios. Por isso, se for andar na rua, tenha um casaco (se necessário, luvas, tocas e cachecóis) para lhe manter protegido do frio.

Use filtro solar- O sol pode até não estar brilhando, mas os raios solares que trazem problemas para a nossa pele certamente estão lá. Até mesmo nos dias em que a chuva está caindo podemos ser atingidos por esses raios e adquirimos problemas de saúde. Então, continue utilizando seu filtro solar regularmente.

Para qualquer problema de saúde que surgir durante ou após o inverno, não deixe de consultar seu médico do plano de saúde para que ele possa fazer um acompanhamento e, se necessário, sugerir um tratamento eficaz para o seu caso.

Cuide bem da sua saúde!

Imagem cortesia de Toumas_Lehtinen em FreeDigitalPhotos.net

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Cálculo Renal: o que é e como o plano de saúde pode ajudar?

O cálculo renal ou pedra nos rins é caracterizado por uma massa em estado sólido constituída por cristais pequenos (capazes de provocar fortes dores) que geralmente são encontrados nos rins, mas que podem estar presentes em qualquer órgão do sistema urinário. Pesquisas dizem que tanto homens quanto mulheres poderão ter cálculo renal em um dado momento do ciclo vital, onde as possibilidades são maiores para os homens.

Alguns fatores podem contribuir para o surgimento do cálculo renal, tais como: histórico da doença na família, alto consumo de proteína e baixo consumo de fibras e líquidos, sal em excesso, obesidade e falta de exercícios físicos.

A maioria dos pacientes que apresentam cálculo renal não ingere a quantidade adequada de líquido, fazendo com que o corpo não esteja hidratado o suficiente. É importante manter-se hidratado e fique atento aos sintomas:

  • Dor lombar, podendo se estender para abdome inferior e região genital;
  • Vontade de urinar, porém há ausência da urina;
  • Ardência ao urinar;
  • Náuseas e vômitos;
  • Presença de sangue na urina.

E como o plano de saúde pode ajudar no caso de cálculo renal?

O plano de saúde oferece aos seus usuários atendimentos com profissionais especializados para o trato do cálculo renal. Alguns exames são necessários para o diagnóstico da pedra nos rins, tais como: ultrassonografias, radiografia e tomografia abdominais; exames de sangue e urina, e ambos são ofertados pelas diversas operadoras de planos de saúde do mercado atual. É válido ressaltar que o atendimento público é demorado e o particular possui custo bem mais elevado e pode desestruturar seu orçamento.

Cuide bem da sua saúde. Tenha um plano de saúde de qualidade!

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Diabetes: conheça os sintomas e saiba como o plano de saúde pode ajudar

A diabetes é caracterizada pelo alto teor de açúcar no sangue. Ela se desenvolve a partir da alimentação desequilibrada, da ausência de exercícios físicos e da não adesão de um estilo de vida saudável.  A doença pode ser dividida em dois tipos: 1 e 2. No tipo 1, as células beta pancreáticas são destruídas pelo próprio organismo. Com isso, a quantidade de insulina liberada para o corpo é baixa ou nula, levando o açúcar a permanecer no sangue ao invés de ser transformada em energia. No tipo 2, o organismo não sabe utilizar corretamente o açúcar que ele mesmo produz ou não produz açúcar capaz de controlar o índice de glicemia.

Quando um indivíduo já tem histórico da doença na família, é importante que fique atento ao seu peso e que mantenha uma vida saudável. Alguns sintomas podem ajudar a identificar a doença, tais como: súbita perda de peso, sede em demasia, fome em excesso e vontade excessiva de urinar.

A diabetes não tem cura, mas pode e deve ser tratada. Quando o diagnóstico é precoce, alguns agravantes podem ser evitados, tais como: problemas nos rins, doenças cardíacas, complicações na visão, amputações de membros, entre outros.

Com um plano de saúde adequado, os procedimentos necessários tanto para a prevenção quanto para o tratamento da doença são ofertados. É possível realizar exames e procedimentos, consultas, obter atendimento emergencial e, se necessário, internação. Com o seu plano, você obterá atendimento com profissionais altamente qualificados e dispostos a lhe orientar e acompanhar pelo período de tempo que for necessário.

 

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Consigo obter atendimento através do meu plano de saúde em caso de doenças e lesões preexistentes?

As doenças e lesões preexistentes são aquelas já identificadas pelo indivíduo antes mesmo da contratação do plano de saúde. Elas precisam ser devidamente relatadas na declaração de saúde no momento em que o plano for contratado, pois o usuário somente poderá usufruir do atendimento integral para as doenças e lesões preexistentes após o período de 24 meses, que é o período máximo estipulado como carência pela ANS – Agência Nacional de Saúde Suplementar. Durante o período anterior aos 24 meses, os usuários receberão assistência parcial, ou seja, durante esse tempo ocorrerão atendimentos para essas doenças, excluindo procedimentos altamente complexos, cirurgias, CTI e UTI. Porém, se for da vontade do usuário obter cobertura total para as doenças preexistentes antes mesmo do prazo de carência ser finalizado, este pode optar pelo pagamento adicional (chamado de agravo) e ter o atendimento completo necessário sem mais ter que aguardar os dois anos de carência.

 

 

Imagem cortesia de Marin em FreeDigitalPhotos.net

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